
25 de dezembro de 2009
Pés grandes coração maior ainda...

24 de dezembro de 2009
Imprudência no trânsito

Resgate Animal
23 de dezembro de 2009
19 de dezembro de 2009
Surpresa
18 de dezembro de 2009
17 de dezembro de 2009
16 de dezembro de 2009
14 de dezembro de 2009
13 de dezembro de 2009

Têm lojas no shopping que as meninas estão entrando às 10:00 e saindo às 23:00, e eu ainda reclamo !!!!
Se tivesse movimento, eu até concordaria, pois, vendedor quanto mais vende, mais tem...
Está um dia lindo de sol, depois de dois dias de muita chuva e frio, tempo atípico para dezembro.
Comentários é que a coisa tem tendência a pior mais, que o pessoal que mora próximo a praias cada vez mais serão atingidos por ciclones, muita chuva e ondas cada vez maiores. Nesta semana ventos com mais de 100 k/h atingiram o Rio Grande do Sul. O povo realmente se ajustou, no interior, na cidade de Rio Grande um ginásio foi destruído, virando nada!!!
E infelizmente o pessoal dos Estados Unidos não cacreditam que o efeito estufa, esteja prejudicando o planeta. Sendo que eles são a nação que mais poluí, aqui na America do Sul a Argentina não tem nenhum tipo de reciclagem.
No Alasca e norte do Canadá ursos polares, andam entre as poucas cidades, revirando lixos para poderem comer, realmente é foda! ou melhor phoda!!! com Ph!!!
Pois bem, mais um dia de trabalho, fazer o quê?? bjos 1000
12 de dezembro de 2009
Barriga é barriga

11 de dezembro de 2009
APELIDOS: DUPLA IDENTIDADE

Os apelidos são uma maneira poderosa de botar as pessoas nos seus devidos
lugares. Essa frase é da escritora Doris Lessing, e chamou minha atenção
porque diz justamente o contrário do que eu sempre pensei de apelidos.
Sempre achei que fossem um carinho, um atalho para a intimidade, ou ao
menos um meio mais rápido de chamar alguém: em vez de João Carlos, Joca;
em vez de Maria Aparecida, Cida; em vez de Adalberto, Beto. Nenhuma má
intenção.
O que Doris Lessing quis lembrar é que apelidos nem sempre são afetuosos.
A maioria dos apelidos nascem na infƒncia e são dados por outras crianças
que, como todos sabem, de anjo só têm a cara. Crianças adoram pegar no
pé das outras, e é aí que começa o batismo de fogo.
Uma banana-split todo dia na hora do recreio. Gordo. Vai ser Gordo o
resto da vida, mesmo que venha a ser jóquei, faquir, homem elástico: vai
morrel Gordo.
Se for loiro, é Xuxa. Se a voz for engraçada, é Fanho. Se não for filho
único, é Mano, Mana, Maninha. Irmãos de quem, eu conheço?
Fui colega de um cara bárbaro que se chamava Antônio, mas se alguém o
chamasse assim, ele nem levantava os olhos. É o Verde. Uma mãe e um pai
colocam um nome lindo no filho e não pega.
FHC, PC, ACM, agora é mania: transformar pessoas em siglas. Sorvetão era
o apelido de uma paquita chamada Andrea: Sorvetão! E Caetano Veloso
inovou mais uma vez, registrando seus filhos como Zeca e Tom, que jamais
serão apelidados.
Muita gente, secretamente, detesta a própria alcunha, mas são obrigados
a resignar-se, sob o risco de perder a identidade. Qual é o nome do
Bussunda, do Tiririca, do Chitãozinho e Xororó? Anônimos Cláudios,
Ricardos e Fernandos. Nomes que só existem em cartório.
Apelido gruda, cola, vira marca registrada. Tem negro que é Alemão, tem
grandão que é Fininho, tem careca que é Cabeleira, tem ateu que é
Cristo, tem moreno que é Ruivo, tem albino que é Tição. Apelido não tem
lógica. Tem história.
Doris Lessing, quando criança, tinha um apelido para sua segunda
personalidade: chamava a si mesma de Tigger. Doris era um nome para
consumo externo, para denominar a menina boazinha que aparentava ser.
Tigger era o que ela era em segredo: sarcástica, atrevida, extrovertida.
Com esse depoimento, Doris Lessing mostrou a verdadeira utilidade dos
apelidos, em vez daquela coisa antipática de "colocar as pessoas em seus
devidos lugares". O bom do apelido é que ele nos dá permissão para sermos
vários: Afonso Henrique combina com gravata, mas Ique tem mais a ver com
bermuda. Está aí uma maneira sutil de legalizar o nosso outro eu, o que
ficou sem registro.
Martha Medeiros - Fevereiro de 1998
9 de dezembro de 2009
8 de dezembro de 2009
Antes de dormir...


Pois bem, lá se foi um dia de folga! Folga, sei!!!
5 de dezembro - dia do voluntário

Por você voluntário que com tantos compromissos agendados,
não ficou indiferente diante de um animal atropelado, sarnento, esfomeado, abandonado
Por você voluntário, que teve seu descanso interrompido para socorrer um animal aos gritos
Por você que desceu ribanceira, correu na chuva, atolou na lama
Por você voluntário, que mesmo sem espaço, acolheu mais um animal abandonado
Que diante de um gemido de um cão, ou de um gato, não teve seus ouvidos tapados.
Por você que diante de um animal teve compaixão
Que curou feridas, vacinou, castrou, amou...
Por você voluntario, que nunca escondeu a emoção
Que chorou, que sofreu ao lado de um cão
Que criou mais braços e pernas para alcançar soluções
É por você voluntário, que o mundo animal tem se tornado menos pior
É por você que inúmeros miaus e aus aus, se espreguiçam ao sol
Brincam na grama, abanam a cauda, atendem por um nome
E é através de você voluntário, de sua ação,
que muitos animais tiveram oportunidade de reabilitação
Que conseguiram um lar, um brilho de alegria no olhar
A todos os voluntários,
Neste seu dia rendo minha singela homenagem
Pelo seu amor, dedicação e coragem.
7 de dezembro de 2009
Falta de consideração
Mulheres Boazinhas

Qual o elogio que uma mulher adora receber?
Bom, se você está com tempo, pode-se listar aqui uns setecentos:mulher adora que verbalizem seus atributos, sejam eles físicos ou morais.Diga que ela é uma mulher inteligente, e ela irá com a sua cara.Diga que ela tem um ótimo caráter e um corpo que é uma provocação,e ela decorará o seu número.
Fale do seu olhar, da sua pele, do seu sorriso, da sua presença de espírito,
da sua aura de mistério, de como ela tem classe:
ela achará você muito observador e lhe dará uma cópia da chave de casa.
Mas não pense que o jogo está ganho: manter o cargo vai depender da sua
perspicácia para encontrar novas qualidades nessa mulher poderosa, absoluta.
Diga que ela cozinha melhor que a sua mãe,
que ela tem uma voz que faz você pensar obscenidades,
que ela é um avião no mundo dos negócios.
Fale sobre sua competência, seu senso de oportunidade,
seu bom gosto musical.
Agora quer ver o mundo cair?
Diga que ela é muito boazinha.
Descreva aí uma mulher boazinha.
Voz fina, roupas pastel, calçados rente ao chão.
Aceita encomendas de doces, contribui para a igreja,
cuida dos sobrinhos nos finais de semana.
Disponível, serena, previsível, nunca foi vista negando um favor.
Nunca teve um chilique.
Nunca colocou os pés num show de rock.
É queridinha.
Pequeninha.
Educadinha.
Enfim, uma mulher boazinha.
Fomos boazinhas por séculos.
Engolíamos tudo e fingíamos não ver nada, ceguinhas.
Vivíamos no nosso mundinho, rodeadas de panelinhas e nenezinhos.
A vida feminina era esse frege: bordados, paredes brancas,
crucifixo em cima da cama, tudo certinho.
Passamos um tempão assim, comportadinhas, enquanto íamos alimentando um
desejo incontrolável de virar a mesa.
Quietinhas, mas inquietas.
Até que chegou o dia em que deixamos de ser as coitadinhas.
Ninguém mais fala em namoradinhas do Brasil: somos atrizes,
estrelas, profissionais.
Adolescentes não são mais brotinhos: são garotas da geração teen.
Ser chamada de patricinha é ofensa mortal.
Pitchulinha é coisa de retardada.
Quem gosta de diminutivos, definha.
Ser boazinha não tem nada a ver com ser generosa.
Ser boa é bom, ser boazinha é péssimo.
As boazinhas não têm defeitos.
Não têm atitude.
Conformam-se com a coadjuvância.
PH neutro.
Ser chamada de boazinha, mesmo com a melhor das intenções,
é o pior dos desaforos.
Mulheres bacanas, complicadas, batalhadoras, persistentes, ciumentas,
apressadas, é isso que somos hoje.
Merecemos adjetivos velozes, produtivos, enigmáticos.
As “inhas” não moram mais aqui.
Foram para o espaço, sozinhas.
Martha Medeiros
6 de dezembro de 2009
Prá começar bem o domingo

5 de dezembro de 2009
Oração das mulheres resolvidas!

Que o mar vire cerveja e os homens tira-gosto, que a fonte nunca seque, e que a nossa sogra nunca se chame Esperança, porque Esperança é a última que morre... Que os nossos homens nunca morram viúvos, e que nossos filhos tenham pais ricos e mães gostosas! Que Deus abençoe os homens bonitos, e os feios se tiver tempo... Deus.... Eu vos peço sabedoria para entender um homem, amor para perdoá-lo e paciência pelos seus atos, Porque, Deus, se eu pedir força, eu bato nele até matá-lo!!! Um brinde... Aos que temos, aos que tivemos e aos que teremos. Um brinde também, aos namorados que nos conquistaram, aos trouxas que nos perderam e aos sortudos que ainda vão nos conhecer! Que sempre sobre, que nunca nos falte, e que a gente dê conta de todos! Amém. P.S.: Homens são como um bom vinho. Todos começam como uvas, e é dever da mulher pisoteá-los e mantê-los no escuro até que amadureçam e se tornem uma boa companhia para o jantar. ( Mande esta mensagem a todas as mulheres da sua lista e aos homens com senso de humor. ) |
4 de dezembro de 2009
3 de dezembro de 2009
Oi amores

30 de novembro de 2009
Acabou!

29 de novembro de 2009
Êta! Imaginação


Direito ao palavrão
28 de novembro de 2009
A arte de resolver conflitos

Um dos vagões estava quase vazio: apenas algumas mulheres e idosos e um jovem lutador de Aikidô.
O jovem olhava, distraído, pela janela, a monotonia das casas sempre iguais e dos arbustos cobertos de poeira.
Chegando a uma estação as portas se abriram e, de repente, a quietude foi rompida por um homem que entrou cambaleando, gritando com violência palavras sem nexo.
Era um homem forte, com roupas de operário. Estava bêbado e imundo.
Aos berros, empurrou uma mulher que carregava um bebê ao colo e ela caiu sobre uma poltrona vazia. Felizmente nada aconteceu ao bebê.
O operário furioso agarrou a haste de metal no meio do vagão e tentou arranca-la. Dava para ver que uma das suas mãos estava ferida e sangrava.
O trem seguiu em frente, com os passageiros paralisados de medo e o jovem se levantou.
O lutador estava em excelente forma física. Treinava oito horas todos os dias, há quase três anos.
Gostava de lutar e se considerava bom de briga. O problema é que suas habilidades marciais nunca haviam sido testadas em um combate de verdade. Os alunos são proibidos de lutar, pois sabem que Aikidô "é a arte da reconciliação.
Aquele cuja mente deseja brigar perdeu o elo com o universo.
Por isso o jovem sempre evitava envolver-se em brigas, mas no fundo do coração, porém, desejava uma oportunidade legítima em que pudesse salvar os inocentes, destruindo os culpados.
Chegou o dia! Pensou consigo mesmo. Há pessoas correndo perigo e se eu não fizer alguma coisa é bem possível que elas acabem se ferindo.
O jovem se levantou e o bêbado percebeu a chance de canalizar sua ira.
Ah! Rugiu ele. Um valentão! Você está precisando de uma lição de boas maneiras!
O jovem lançou-lhe um olhar de desprezo.
Pretendia acabar com a sua raça, mas precisava esperar que ele o agredisse primeiro, por isso o provocou de forma insolente.
Agora chega! Gritou o bêbado. Você vai levar uma lição. E se preparou para atacar.
Mas, antes que ele pudesse se mexer, alguém deu um grito: Hei!
O jovem e o bêbado olharam para um velhinho japonês que estava sentado em um dos bancos.
Aquele minúsculo senhor vestia um quimono impecável e devia ter mais de setenta anos...
Não deu a menor atenção ao jovem, mas sorriu com alegria para o operário, como se tivesse um importante segredo para lhe contar.
Venha aqui disse o velhinho, num tom coloquial e amistoso. Venha conversar comigo insistiu, chamando-o com um aceno de mão.
O homenzarrão obedeceu, mas perguntou com aspereza: por que diabos vou conversar com você?
O velhinho continuou sorrindo. O que você andou bebendo? Perguntou, com olhar interessado.
Saquê rosnou de volta o operário e não é da sua conta!
Com muita ternura, o velhinho começou a falar da sua vida, do afeto que sentia pela esposa, das noites que sentavam num velho banco de madeira, no jardim, um ao lado do outro.
Ficamos olhando o pôr-do-sol e vendo como vai indo o nosso caquizeiro, comentou o velho mestre.
Pouco a pouco o operário foi relaxando e disse: é, é bom. Eu também gosto de caqui...
São deliciosos concordou o velho, sorrindo. E tenho certeza de que você também tem uma ótima esposa.
Não, falou o operário. Minha esposa morreu.
Suavemente, acompanhando o balanço do trem, aquele homenzarrão começou a chorar.
Eu não tenho esposa, não tenho casa, não tenho emprego. Eu só tenho vergonha de mim mesmo.
Lágrimas escorriam pelo seu rosto. E o jovem estava lá, com toda sua inocência juvenil, com toda a sua vontade de tornar o mundo melhor para se viver, sentindo-se, de repente, o pior dos homens.
O trem chegou à estação e o jovem desceu. Voltou-se para dar uma última olhada. O operário escarrapachara-se no banco e deitara a cabeça no colo do velhinho, que afagava com ternura seus cabelos emaranhados e sebosos.
Enquanto o trem se afastava, o jovem ficou meditando... O que pretendia resolver pela força foi alcançado com algumas palavras meigas. E aprendeu, através de uma lição viva, a arte de resolver conflitos.
27 de novembro de 2009
Os animais, nossos companheiros.
Se os animais só inspiram ternura, o que houve, então, com os homens? Guimarães Rosa
Quantos relatos de companheirismo, fidelidade e amizade já ouvimos, todos nós, de pessoas que conviveram com os seus assim chamados animais de companhia, ou de "estimação", como se diz no interior.
E dentre essas pessoas, nem Chico Xavier escapa. Não ouvi dele, diretamente mas, fiquei sabendo. Na Folha Espírita em revista, 1977, edição comemorativa dos 50 anos de mediunidade de Chico, a dra. Marlene Nobre insere, no artigo "Pequena História de uma Grande Vida", pitorescos casos da vivência do médium com os animais, lembrando quantas vezes preás vinham comer em suas mãos ou nos seus pés, onde ele deixasse os miolinhos de pão.
Registrou a ocorrência de enorme formigueiro que começou a devastar as roseiras de Chico que, então, resolve conversar com elas, as formigas:
- Minhas irmãs, vocês são tão eficientes, tão unidas no trabalho! Mas, olha, vocês precisam ir embora ...
Várias vezes Chico conversou com elas e elas acabaram indo embora
Outro caso relatado foi o do Brinquinho (reencarnação do Dom Pedrito, lembram?), o cachorro amigo da casa. Às quartas-feiras, conforme contou Chico, enquanto ele ia receber mensagens, o Brinquinho deitava-se quietinho, enquanto o trabalho de psicografia se desenrolava. Quando tudo terminava, Brinquinho levanta-se e aguarda Chico abrir a porta.
Nessa mesma noite de conversas sobre animais, Chico comentou ainda com a dra. Marlene, que o espírito André Luiz levou-o a um mundo mais adiantado que a Terra, onde os habitantes reúnem os macacóides mais inteligentes e treinam os mesmos para os trabalhos mais rudes.
Tem outros casos, como o da cobra enorme de "bote armado", contado pela dra. Marlene e também por R. A. Ranieri, em Recordações de Chico Xavier. No livro Lindos Casos de Chico Xavier, de Ramiro Gama, acha-se registrada uma história do cão Lorde, muito bonita:
Chico e José, seu irmão, acompanhados do Lorde, vão a uma grande lapa, nas cercanias de Pedro Leopoldo, em busca de uma tal erva que somente se desenvolve em cavernas do sub-solo, recomendada para um caso de reumatismo complicado.
Chegaram à caverna e José, segurando Lorde por uma corda, desceu à frente.
Depois de longa busca, encontraram a erva medicinal. Contudo, os caminhos tortuosos e escuros acabaram por confundi-los e se perderam ...
De vela acesa, debalde procuravam a saída!
Gritavam, mas ouviam apenas o eco de suas próprias vozes. Quando a luz se mostrava quase extinta, recorreram à prece. Dona Maria João de Deus, a mãe de Chico e José, já desencarnada, apareceu e recomendou-lhes:
- Vocês vão precisar do auxílio do Lorde. Aprendam a lição (referia-se à maledicência de ambos, anteriormente). Chega sempre o momento em que necessitamos o amparo de criaturas que supomos desprezíveis. Soltem o Lorde e sigam-lhe os passos.
- Ele sabe o caminho de volta!
Assim fizeram e, acompanhando o animal, venceram o labirinto em poucos minutos.
Uma vez salvos, fora da caverna, meditaram na lição recebida e renderam graças a Deus,
Segue-se outro caso do Lorde, segundo material que me foi enviado pelo prezado confrade Maurício Roriz, da USE de São Carlos, SP, a quem agradeço a gentileza: Em carta (25/01/1951) escrita por Chico Xavier a Wantuil de Freitas, então Presidente da FEB e apresentada no livro Testemunhos de Chico Xavier, de Suely Caldas Schubert, à pag. 283, 2ª ed. FEB, Brasília, 1991, lê-se: " ... Em 1939, o meu irmão José deixou-me um desses amigos fiéis (um cão). Chamava-se Lorde e fez-se meu companheiro, inclusive de preces, porque, à noite, postava-se junto a mim, em silencio, ouvindo musica. Em 1945, depois de longa enfermidade, veio a falecer. Mas, no ultimo instante, vi o Espírito de meu irmão aproximar-se e arrebatá-lo ao corpo inerte e, durante alguns meses, quando o José, em Espírito, vinha ter comigo, era sempre acompanhado por ele, que se me apresentava à visão espiritual com insignificante diferença. Atrevo-me a contar-te as minhas experiências, porque também passaste por essa dor de perder um cão leal e amigo, Geralmente, quando falamos na sobrevivência dos animais, muita gente sorri e nos endereça atitudes de piedade. Mas, a vida é uma luz que se alarga para todos ... "
Também existe referencia à morte do cão Lorde no livro Lindos Casos de Chico Xavier, de Ramiro Gama. Acompanha a figura que ilustra o texto, a significativa legenda: "Ah, sim, os animais têm alma e valem pelos melhores amigos!"
Conforme ainda lembra o Maurício, no livro - Memórias do Padre Germano, de Amália Domingo Soler, ed. FEB, acha-se registrada a lealdade de outro cão, o Sultão, que durante anos acompanhou o Padre Germano em todas as suas atividades fazendo-se, inclusive, grande amigo das crianças de sua aldeia. É admirável o modo como o padre Germano se refere ao cão:
- "Ah! Sultão! Sultão! que maravilhosa inteligência possuías. Quanta dedicação te merecia a minha pessoa! Perdi-te, e perdi em ti o meu melhor amigo! Outrora, quando me recolhia ao meu tugúrio; quando, prosternado ante o oratório, rezava com lagrimas; quando lamentava as perseguições que sofria, era ele quem me escutava imóvel, sem nunca se aborrecer da minha companhia. Seu olhar buscava sempre o meu e, quando às portas da morte, vi-o reclinar a cabeça em meus joelhos, buscar o calor do meu corpo, foi quando no seu olhar se extinguiu a chama misteriosa que arde em todos os seres da Criação. Agora, sei que estou só ... "
Em 1932 Chico Xavier psicografou mensagem do Padre Germano, publicada no Reformador e que se acha inserida no livro de Clóvis Tavares Trinta Anos com Chico Xavier. Interessante a menção de que tanto para a mediunidade de Chico Xavier quanto para a de Divaldo Pereira Franco, o Padre Germano se apresentava sempre acompanhado de seu fiel amigo Sultão.
Em Seleções do Reader's Digest. set. 17 4, li a emocionante história de Marco Polo, um gato resoluto que, após ter sido atropelado e ficado completamente cego, foi driblando as dificuldades, pouco a pouco.
Quem faz o relato é Era Zister, testemunhando seu aprendizado de 15 anos, no convívio com Marco Polo, de como enfrentar a adversidade e a derrotá-la com coragem.
Também aqui em nossa casa, não faltaram lições de toda ordem.
Teca, Nãna e Timi, nossos queridos cães - amigos que já desencarnaram -, passaram por períodos difíceis de doença, cegueira e velhice e em tudo nos ensinaram, com sua postura de recolhimento.
Quando temos perto de nós um animal em sofrimento, queremos recorrer ao passe, à prece e à água fluidificada, para socorrê-los.
Será que isso é válido, em relação aos animais?
Sim, tudo é válido a serviço do bem e em nome de Deus, e os animais também são merecedores de toda forma de auxílio.
Em relação aos passes e à água fluidificada, fui orientada pelo plano espiritual para nos ligarmos mentalmente aos espíritos zoófilos; assim, eles nos ajudam, promovendo a adequada modificação de nosso fluido vital, para o atendimento do animal.
Sabemos que o fluido vital embora seja o mesmo para todos os seres orgânicos, modifica-se segundo as espécies (LE 66).
Aqui em casa, quando a família se reúne semanalmente para o Evangelho no Lar, dela fazem parte a Tábata, nossa amorosa cachorra e a gata Branquinha. Antes também Borralheira e Eduína, mais recentemente desencarnadas.
Sempre nos lembramos com carinho dos que já partiram, nossos parentes e nossos bichos, com os quais compartilhamos as experiências da vida.
Eutanásia!
Quantas vezes esse assunto vem à tona, quando se está diante de um animal em sofrimento intenso.
Sacrificar ou não sacrificar!
Será melhor para ele, acabar com o seu sofrimento? Como vamos saber?
Se isso fosse tão simples, a conduta também seria válida para o homem. Mas, sabemos que não o é. Basta lermos Obreiros da Vida Eterna, de André Luiz.
Por uma questão de bom-senso, concluímos que também não deve ser válida em relação aos animais.
Sei que existem situações muito difíceis, extremas mesmo.
Certa vez uma aluna contou-me que, em extensa fazenda no Mato Grosso, um cavalo rolou o barranco e quebrou o pescoço. Estavam muito longe da sede e não tinham como transportar o cavalo. Para não deixá-lo ali, sozinho, morrendo inclusive de sede, optaram por sacrificá-lo.
Respeito que essa foi a atitude que julgaram ser a melhor, no momento.
Mas, o que se vê por aí é lamentável! Animais companheiros de anos e anos, de repente são "descartados" pelos motivos mais variados e fúteis: mudou-se de casa para apartamento, o animal está com urina solta, ou ficou paralítico, está velho, queremos comprar outro para por no lugar, etc.
Como referiu Konrad Lorenz em Transcomunicação Instrumental relatada por Sônia Rinaldi na Folha Espírita de dez./92, "Às vezes nos envergonhamos de ter vivido como ser humano na Terra (referindo-se à matança de animas na Guerra do Golfo).
Muitas vezes as pessoas me perguntam sobre seus animais velhos ou doentes: - Sacrificar ou não? Sempre respondo lembrando-me de uma página de Emmanuel intitulada "Quanto Puderes", em que recomenda: "Quanto puderes, não te afaste do lar .... Quanto te seja possível, suporta ... Quanto estiver ao teu alcance, tolera ... , etc.". Assim, digo: Quanto puder, quanto lhe seja possível, quanto estiver ao seu alcance, faça opção pela vida. Vale a pena!
O caso de nossa cachorra Nãna foi muito difícil.
Ela veio aqui para casa, com mais ou menos um mês de vida, e em fase terminal de cinomose, uma das piores doenças que acometem cães. Foi abandonada no pátio da Faculdade de Veterinária da USp, aqui em São Paulo, e Cristiana, uma de minhas filhas, a encontrou.
Mil cuidados com a Nãna.
Cuidados médicos, espirituais e afetivos. Para surpresa de todos, ela sobreviveu.
Algumas seqüelas persistiram. Ela ficou com uma escoliose (coluna vertebral torta para um lado), uma mioclonia (uma perninha, de trás ficava o tempo todo em movimento) e também enxergava pouco.
E se isso não bastasse, passados uns meses ... convulsões. A Nãna estava epilética!
Mas, tudo bem! Também nos animais as crises convulsivas são evitadas com medicação diária. E, assim, a situação ficou sob controle.
Num fim de ano, fomos para o interior e deixamos a Nãna, durante três dias, aos cuidados de uma pessoa que estava acostumada com ela e com a sua bateria de medicamentos diários.
Nãna voltou com carrapatos ...
E eu pensei comigo: do jeito que a Nãna é complicada, só falta ela "pegar"alguma doença (transmitida por carrapatos).
"Pegou"!
Passaram-se uns dias e ela começou a mostrar icterícia e outros sintomas.
Apesar do tratamento, sobreveio um derrame cerebral intenso, e a Nãna ficou completamente paralítica. Só mexia a pontinha das orelhas, os olhos e os bigodinhos.
Montamos, em nossa copa/cozinha, uma verdadeira UTI e cuidamos dela, nessas condições, durante quase sete meses.
Em nossas preces, pedíamos aos espíritos que a ajudassem - Konrad Lorenz e outros espíritos zoófilos.
Até hoje, quando lembramos do quanto essa Nãna sofreu, questionamos se não teria sido melhor, para ela, a eutanásia.
Quem vai saber!
Como aqui em casa, nossa postura é a de sempre optar pela vida, foi o que fizemos com você, Nãna, e com todos os animais atropelados, sarnentos ou abandonados que de uma forma ou de outra vieram até nós.
O quanto enriqueceram nossas vidas supera de muito o que fizemos por vocês.
Ao longo dos anos, quanto pude aprender!
Vocês é que despertaram minha sensibilidade para os valores fundamentais da vida, onde quer que ela se manifeste.
De quanta coisa me arrependo!
Na ciência, somos levados a posturas equivocadas, de "frieza profissional".
Quanta bobagem, quanta omissão!
Quanto sofrimento impingimos a esses pobres seres que se amontoam nos laboratórios, à mercê de tudo e de todos.
E a gente, na "santa" ignorância, vai entrando no esquema ... Felizmente, todo sono tem seu despertar e hoje é bem acordada que peço perdão a todos os animais que prejudiquei ou não pude ajudar.
Felizmente, também a vida me colocou no contato com eles, em oportunidades de aprendizado para enxergar a beleza da criação e respeitar a todos.
E para nós, enquanto humanidade, que histórica e egocentricamente sempre nos colocamos como seres excelsos, a quem tudo o mais na natureza devia se curvar e servir, abre-se a maravilhosa compreensão de que somos parte integrante desse imenso Universo, rede cósmica de interligações que comprometem as menores partículas, inclusive as de que somos formados.
Não estamos mais sozinhos no topo da pirâmide aristotélica pois entendemos, agora, nossa participação no todo e a do todo em nós. Somos hoje yin e yang, razão e intuição. Cultivamos a Ciência e queremos merecer a Poesia. Afinal, como já ouvi de nosso querido confrade Hermínio C. Miranda, a Ciência é para os que estão aprendendo e, a Poesia, para os que já sabem.
Um dia chegaremos lá!
Irvênia Prada
26 de novembro de 2009
Jacaré imobilizado por cães - Sul de Santa Catarina

Aconteceu no Sul de Santa Catarina em Araranguá...
Isto é realmente fantástico...uma cena rara...
Foi realmente impressionante!
Um grupo de cães, no sul de Santa Catarina - Brasil, imobilizou um jacaré que tinha entrado no quintal de uma residência.
O Jacaré, que habitualmente está no topo da cadeia alimentar, foi subjugado pelo esforço conjunto dos cães, que assumiram um comportamento de matilha.
Enquanto um cão mordia o pescoço do jacaré, os demais cães impediam que o animal rolasse, imobilizando o jacaré em poucos minutos.
25 de novembro de 2009
Opinião de um homem sobre o corpo feminino!

Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção. Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas. As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas.... Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los.Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras. A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor.As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas. Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão.É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde. Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês. porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda. As jovens são lindas... mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado. O corpo muda... cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo. Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se saboteia e não sofre); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza. Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos 'em formol' nem em spa... viveram! O corpo da mulher é a prova de que deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.
Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se! A beleza é tudo isto.
Paulo Coelho
24 de novembro de 2009
Curiosidades = Por que os cães fedem tanto depois do banho?
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22 de novembro de 2009
Inicio mais um livro

Uma galinha

21 de novembro de 2009
19 de novembro de 2009
Fez calor no sul da Austrália durante mais de uma semana... + 44°C cada dia, muito seco.
18 de novembro de 2009
No dia de hoje

Abra bem os ouvidos
O vídeo é do single de maior sucesso de Michael Jackson no Reino Unido, que não foi nem "Billie Jean", nem "Beat it", e sim a ecológica "Earth Song",de 1996.
A letra fala de desmatamento, sobrepesca e poluição, e, por um pequeno detalhe, talvez você nunca terá a oportunidade de assistir na televisão.
O Detalhe: "Earth Song" nunca foi lançada como single nos Estados Unidos, historicamente o maior poluidor do planeta. Por isso a maioria de nós nunca teve acesso ao clipe.
Filmado na Africa, Amazonia, Croácia e New York.
Emocionante!
Abra bem os olhos...

Mar do Aral, aquele que foi o quarto maior Lago do Mundo, Agora é um cemitério poeirento de embarcações que nunca mais zarparão...

Aldeões na ilha de Coronilla, Kenya, cavam poços profundos em busca do precioso líquido, a apenas 300 metros do mar. A água é salobra.

As águas do delta do rio Niger são usadas para defecar, tomar banho, pescar e despejar o lixo.
10 mandamentos dos animais

17 de novembro de 2009
16 de novembro de 2009
Futebolzinho

Martha Medeiros















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